Por: Mateus Silva Saraiva
Comecemos com o Moises o Egípcio.
Sempre justo e cônscio.
Operou magias e liderou seu povo em feito épico.
Morreu sem tocar a prometida terra, lugar magnífico.
Quem não conhece o sábio Salomão.
Que mergulhou em uma prisão de paixão.
Proferia as palavras de suas clavículas em quanto tudo parecia vão.
Condenou o dia que nasceu como uma maldição.
Cornelius Agrippa com sua Teurgia.
Hábil em seu sagrado saber, completa maestria.
Passando a vida e morte nas prisões dos nobres.
Gananciosos pela pedra filosofal nada mais que pobres.
Eliphas Levi o cristão com seu anátema.
Por duas vezes viu sua filha morrer com dor extrema.
Vivendo mais em prisões do que no Sanctum por sua luta infeliz.
Morrendo só em seu casebre, o fim da sua força mágica motriz.
Papus e seu vasto trabalho acadêmico,
No círculo oculto muito polêmico.
Curava a doença pela ciência e magia.
Morto na guerra pela doença que a cura trazia.
E inúmeros outros iniciados; eu inclusive.
Da minha humanidade, intimidade, normalidade me abstive.
Homens afortunados pelo sagrado com nenhuma sorte.
E em meu destino penso, o que me reserva a morte?
sexta-feira, 8 de abril de 2011
terça-feira, 5 de abril de 2011
A Solidão do Amor.
Por: Mateus Silva Saraiva.
É possível viver feliz sozinho.
Talvez não seja se tentares amar.
Pois o amor romântico te deixa sozinho.
Feliz amando sozinho nunca vai estar.
Enquanto todas as pessoas em círculos andam.
Seguindo a mídia e massa que as comandam.
Em busca da paz inexistente.
Em uma busca sem fim e indolente.
É possível viver em paz sozinho.
Neste mundo, no reto caminho.
Será como o inebriante vinho.
Se no amor se perder sozinho.
Mas quando a felicidade te acabar.
O efeito do vinho não demora a passar.
A melancolia toma teu lugar.
E sozinho, sem reconhecer teu amor, vai estar.
É possível viver feliz sozinho.
Talvez não seja se tentares amar.
Pois o amor romântico te deixa sozinho.
Feliz amando sozinho nunca vai estar.
Enquanto todas as pessoas em círculos andam.
Seguindo a mídia e massa que as comandam.
Em busca da paz inexistente.
Em uma busca sem fim e indolente.
É possível viver em paz sozinho.
Neste mundo, no reto caminho.
Será como o inebriante vinho.
Se no amor se perder sozinho.
Mas quando a felicidade te acabar.
O efeito do vinho não demora a passar.
A melancolia toma teu lugar.
E sozinho, sem reconhecer teu amor, vai estar.
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